Homem levava lanche para esposa grávida. Post 'parabenizando' loja viralizou no Twitter
Inglaterra - Um homem teve uma surpresa nada agradável ao descobrir um rato vivo dentro do saco de pão que havia acabado de comprar na rede de supermercados Aldi, em Milton Keynes, na Inglaterra. Andrew Odell ficou revoltado e publicou as imagens em sua conta no microblog Twitter, "parabenizando" a loja. "O rato está bem, já não posso dizer o mesmo da minha esposa grávida", publicou.
Britânico encontrou rato vivo dentro do lanche que levava para mulher grávida
Rapidamente o post de Andrew viralizou na rede social. "Parabéns @AldiUK, acabo de usar sua loja pela primeira vez ...e última", escreveu na legenda da foto que mostra o roedor dentro do saco de pão.
Segundo o tabloide britânico Daily Mail, a a Aldi vai investigar o caso. "A segurança dos nossos clientes é nossa prioridade", declarou um porta-voz da empresa.
Há vários motivos para explicar esse curioso elo. A retinopatia (caracterizada pela perda de visão) e a neuropatia diabética (que causa alterações motoras) são exemplos de problemas típicos da evolução da doença que podem ameaçar a segurança do motorista. Sem falar no baixo nível de açúcar no sangue, condição chamada de hipoglicemia, capaz de provocar taquicardia, tontura, náusea e até mesmo desmaio. Segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, estudos já demonstraram que a hipoglicemia moderada atrapalha 35% das pessoas com diabete tipo 1 na hora de dirigir.
Para evitar acidentes, é importante manter o tratamento do distúrbio em dia e medir a glicemia uma hora antes de pegar no volante. Se o índice estiver abaixo de 70 mg/dl, deixe o carro em casa! Além disso, recomenda-se que indivíduos com diabete tipo 1 sempre tenham porções de açúcar no veículo. Também é essencial saber reconhecer os sinais precoces da hipoglicemia.
Há sete anos, Naomi Jacobs acordou pensando que ainda estava com 15 anos
Em um belo dia, há sete anos, a britânica Naomi Jacobs, de 32 anos, acordou acreditando que tinha apenas 15. Na época, os médicos concluíram que ela estava sofrendo de um tipo muito raro de amnésia causada por estresse, a amnésia global transitória.
Essa amnésia foi provocada pelo "fechamento" de uma parte do cérebro da britânica, fazendo com que ela perdesse, temporariamente, os últimos 17 anos de sua vida. Ela, que acabou se recuperando com o passar do tempo, escreveu um livro sobre a experiência, Forgotten Girl (Mulher esquecida, em tradução livre). Em entrevista à BBC, ela contou como foi sua reação ao acordar com a memória de quando tinha 15 anos - e tendo de lidar com a "nova" realidade de mãe solteira vivendo no "futuro".
"Inicialmente, não reconheci o cômodo, o quarto onde eu tinha acordado, a cama onde eu tinha acordado. Saltei da cama em choque", conta Naomi sobre o primeiro dia de sua amnésia.
Naomi lembra que sua voz também soava diferente, não soava como a voz de uma adolescente.
"Esta foi a primeira coisa [que notei]. Primeiramente soava estranho, pois eu falava alto e minha voz estava mais grave e rouca. Pensei que ainda estava sonhando quando vi meu rosto no espelho do banheiro."
E este foi apenas o começo da manhã na qual ela acordou pensando que tinha 15 anos de idade.
"Minha última memória foi de pegar no sono no meu beliche, que dividia com minha irmã, pensando nas provas de GCSE [primeira avaliação importante realizada no ensino secundário britânico]", afirmou.
'Mamãe'
Mas os sustos continuariam. Um dos maiores foi quando um menino pequeno correu na direção de Naomi, dizendo: "Mamãe, mamãe".
"Fiquei totalmente chocada. [Senti] Tudo: de medo a alegria, ver esta criança que eu não lembrava ter dado à luz e saber que, sem dúvida, ele era meu filho, pois se parecia muito comigo, até o terror de ter responsabilidade por esta criança pequena."
"Nas primeiras 24 horas eu estava completamente em choque, convencida de que eu iria dormir naquela noite e acordar de volta em 1992, o que estava acontecendo, para mim, não era real."
Outro problema para Naomi era a tecnologia do século 21. Ela não se lembrava de smartphones, por exemplo.
"A última vez em que vi um telefone celular, era do tamanho de um tijolo, aquela coisa grande e cinza com a antena preta. Então: telefones celulares, televisões digitais pareciam saídas de um desenho animado, meus olhos estavam acostumados com as [TVs] analógicas. Análise de códigos [de mercadorias], câmeras de segurança... Tudo era tão alienígena para mim!"
Parte da memória de Naomi dos últimos 17 anos tinha desaparecido. Mas outra parte ainda funcionava. Por exemplo: ela conseguia dirigir e ainda se lembrava de senhas de banco recentes.
"Foi muito bizarro 'ter 15 anos' e realmente saber como dirigir. Fiquei com muito medo, não queria estar atrás do volante."
"Eu lembrava números de telefone. Também havia um número, quatro dígitos, em minha mente, que eram os números [da senha] do meu cartão de débito. Coisas que eram repetidas, memória automática, eu ainda mantinha estas memórias."
No entanto, Naomi perdeu a memória de "tudo o que tinha a ver com eventos da minha vida, tudo o que tinha alguma conexão emocional, como o nascimento do meu filho, mortes, casamentos...".
Em 2008, na época do episódio da amnésia, a britânica estava estudando psicologia. Mas sua perda foi tão profunda, que ela precisou da ajuda da irmã e da melhor amiga para lidar com o celular e seu e-mails.
Nova perspectiva
Os médicos afirmaram que, na maioria dos casos de amnésia parecidos com os de Naomi, o paciente recupera as memórias poucas horas depois. Mas a britânica precisou de meses para se recuperar.
Neste intervalo, os médicos recomendaram que ela não forçasse sua memória ou mesmo lesse jornais, para evitar situações de estresse.
"Nos primeiros meses eu tentava desesperadamente entender minha vida. Durante a noite que ficava acordada e chorava, desejando estar de volta à escola, aos tempos em que minhas únicas preocupações eram os meninos de que eu gostava ou ser flagrada bebendo no parque", disse.
Com a ajuda da família, Naomi começou a se recuperar lentamente. Aos poucos, ela voltou a sair de casa. Familiares e amigos lhe explicaram o que aconteceu no mundo, como os ataques de 11 de setembro de 2001 ou as mudanças políticas e sociais no Reino Unido.
"Facebook, Google e YouTube soavam como se fossem totalmente inventados, e a primeira vez que vi meu filho, Leo, jogando com o XBox e interagindo com a TV, fiquei tão chocada que até cuspi meu chá."
Naomi mantinha diários e, lendo estas páginas ela começou a reconstruir a própria personalidade, o relacionamento com o filho e até a questionar algumas de suas decisões.
"Com o passar do tempo, flashes de memória voltaram - apenas por alguns segundos, mas estavam lá. As memórias mais recentes voltaram primeiro, então vieram as mais velhas, até minha memória completa voltar."
Apesar de todos os sustos e o choque de não reconhecer nem o próprio filho, a britânica reconhece que teve uma chance incrível de ver o mundo através dos olhos de uma adolescente.
"Viver tudo de novo através dos meus olhos de 15 anos me deu uma nova perspectiva e me permitiu fazer mudanças, melhorar minha qualidade de vida, para ter certeza de que isso não vai acontecer de novo.'
A água de reúso potável deverá chegar aos bebedouros de São Paulo até dezembro. Apesar dos preconceitos, é uma solução amigável para a falta de água em nossas cidades
"Água potávelé insípida, incolor e inodora. Por favor, sublinhem no livro as palavras ‘insípida’, ‘incolor’ e ‘inodora’.” Lembro-me das aulas da Tereza Cristina, professora de ciências da minha 3ª série, ao encarar a garrafa sobre a mesa. O que tem dentro dela é água potável? Parece que sim. O líquido é incolor, tanto quanto é possível avaliar a olho nu. Tem cheiro de cloro: mais do que o habitual a uma água de filtro e menos do que a água de piscina. Ainda assim, resisto a beber. Tenho reservas sobre seu passado. Doze horas antes de chegar à garrafa, esse líquido era esgoto, com tudo de tóxico e nojento que umesgotopode ter. Foi transformado em água cristalina por umaestação de tratamento de água de reúsode uma empresa de São Paulo – uma das duas dezenas de usinas de alta qualidade, particulares, em funcionamento no país. Se os cronogramas forem cumpridos, aágua de reúso potável chegará aos bebedouros de São Paulo até o final do ano.
Pela legislação, essas estações só podem produzir água reciclada para fins menos nobres, como lavar chão ou regar plantas. Por precaução, o governo de São Paulo lançará a água proveniente do esgoto na região de mananciais, onde é posteriormente tratada para consumo. “Na prática, a água de reúso de alta qualidade atende a todas as exigências sanitárias de uma água potável”, afirma Fernando Pereira, gerente de vendas da General Water, fornecedora de estações de tratamento para empresas. “Confio mais nesse esgoto supertratado do que na água do Sistema Cantareira.” Pereira serve a garrafa. Levanto o copo contra a luz e o encaro como um sommelier, num misto de curiosidade e medo.
Mais e mais pessoas estão perdendo o medo de beber água de reúso. Em janeiro, Bill Gates, fundador da Microsoft, molhou os lábios na água produzida pelo Janicki Omniprocessor, estação de tratamento de esgoto com o tamanho de dois ônibus, capaz de transformar fezes em água potável, eletricidade e fertilizante (leia o quadro abaixo). “É água”, diz, em um vídeo que rodou o mundo. A fundação do empresário, Bill & Melinda Gates, quer distribuir miniusinas pela África, a fim de proporcionar água limpa e tratamento de esgoto a países hoje incapazes de pagar por esse serviço. “Mais de 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico”, diz Gates. O Omniprocessor promete transformar uma atividade cara em algo rentável. “O operador da usina poderá ganhar dinheiro ao tratar o esgoto e ainda vender água potável de reúso, eletricidade e fertilizante”, diz Peter Janicki, inventor da máquina. Após a degustação de Gates, nos Estados Unidos, a usina foi enviada ao Senegal, para testes com o público.
Em São Paulo, o governador Geraldo Alckminanunciou em novembro passado a construção de duas estações de tratamento de esgoto de alta qualidade, para abastecer os sistemas Guarapiranga e Alto Cotia com água suficiente para abastecer 900 mil pessoas. Em Campinas, no interior do Estado, uma estação que produz água não potável, para lavar chão e regar plantas, será aprimorada para atender ao consumo humano. Essas estações podem produzir 75 litros de água potável para cada 100 litros de esgoto, a um custo compatível com o da água de manancial. “As empresas pagam por nossa água a metade do que pagavam àSabesp”, diz Renato Medeiros, diretor da Aquapolo, em São Paulo, quinta maior usina de tratamento de água de reúso do mundo. Se os cronogramas forem cumpridos, será a primeira experiência no Brasil de emprego de água de reúso como fonte de abastecimento. Esse esgoto supertratado será misturado a água de rio, nos mananciais, para receber o tratamento normalmente dado à água potável.
De certa forma, toda água que consumimos é reciclada. O líquido que abastece as metrópoles brasileiras já serviu a dinossauros, há milhões de anos. O planeta é um grande purificador de água, com micro-organismos decompositores, infiltração através de rochas e decantação por gravidade. Mas a natureza é lenta em sua reciclagem, incapaz de transformar o esgoto de grandes populações em água potável para consumo imediato. Para contornar a lentidão da natureza, o Império Romano desenvolveu aquedutos para despejar o esgoto perto e buscar água potável longe. “Dois mil anos depois, ainda usamos a mesma técnica”, diz Pereira. As limitações dessa técnica arcaica explicam a crise hídrica de São Paulo. Não falta água. A Represa Billings está 98% cheia, com dez vezes o volume do Sistema Cantareira. Mas não pode ser usada, porque sua água está poluída pelo lançamento de esgoto tratado – que, apesar do nome, está longe de ser limpo – e esgoto sem tratamento algum. Incapaz de explorar o potencial de reservatórios poluídos, São Paulo está construindo 83 quilômetros de tubulação para ligar a capital à bacia hidrográfica do São Lourenço, ao custo estimado de R$ 1,6 bilhão. “Estou torcendo para não chover”, diz Ivanildo Hespanhol, diretor do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água, da Universidade de São Paulo (USP). “Finalmente agora, com a ameaça de faltar água, conseguimos chamar a atenção para soluções modernas.”
A água potável vinda do esgoto nem é tão moderna assim. Foi adotada em larga escala pela primeira vez em 1968, em Windhoek, capital da Namíbia, com clima desértico. Hoje, 14% da água potável da cidade vem diretamente da estação de tratamento de esgoto. Cingapura, em 2003, passou a distribuir esgoto tratado para uso não potável, a fim de reduzir a importação de água. Até 2060, o país espera tornar a água de reúso sua principal fonte de abastecimento hídrico, com 55% de participação. Em 2013, o PUB – departamento de água e esgoto de Cingapura – passou a misturar o esgoto tratado à água potável. Para vencer a resistência do público, o PUB promove com orgulho sua água de reúso. Criou um nome com apelo publicitário, NEWater, e distribui o líquido em garrafinhas.
As experiências de Namíbia e Cingapura encorajam mais de 40 projetos de tratamento de esgoto para reúso potável em países como Austrália, Áustria, Bélgica, Estados Unidos e México. Encorajam, mas não garantem sucesso. País pobre e desértico, a Namíbia não tinha muitas opções. Apesar de rica, Cingapura não é uma democracia plena. Em 2006, durante uma seca severa, a Austrália anunciou um plebiscito para decidir se usaria esgoto tratado para abastecimento. Quando pesquisas de opinião mostravam rejeição, o governo desistiu da consulta e impôs a decisão, dizendo não ter alternativa. “O difícil não é fazer água reciclável, mas convencer as pessoas a beber”, diz Paul Rozin, professor de psicologia da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, autor de uma pesquisa de opinião sobre a água de reúso potável. “O problema não será resolvido por engenheiros, mas por psicólogos.”
Desconfiar da água de reúso é plenamente justificável. Sua matéria-prima é esgoto sanitário – um caldo de vírus, bactérias e todo tipo de substância tóxica ao organismo. Os operadores de usinas de tratamento se defendem. “O tratamento da água dos rios não remove substâncias como hormônios e cafeína. Parte-se da ilusão de que os mananciais não são contaminados”, diz Pereira. “A produção de água de reúso potável usa filtros capazes de barrar bactérias e radiação ultravioleta para esterilização.” Depois da explicação de engenheiro, o gerente da General Water apelou ao lado psicológico. Tomou seu copo num único trago, não sem antes propor um brinde: “Saúde!”. “Saúde”, respondi, e tomei também. Nunca diga “desta água não beberei”.
Ele chegou ao Brasil com os colonos e desde então é protagonista na mesa dos brasileiros. Estamos falando do arroz!
Tão gostoso… mas um perigo para quem faz dieta! O arroz, principalmente o branco, é rico em amido, que são divididos em dois tipos: o digerível e o resistente.
O vilão da história é o amido digerível pois, quando processado, se transforma em açúcar e, se consumido em excesso, é armazenado como GORDURA. Uma xícara de arroz branco tem cerca de 200 calorias! Por isso é preciso maneirar no consumo.
Pensando nisso Sudhair James, um aluno de química do Sri Lanka (College of Chemical Sciences), e seu mentor, desenvolveram uma maneira de cozinhar o arroz e cortar as suas calorias em até 60%!! Com óleo de coco e refrigeração.
1. Adicione uma colher de chá de óleo de coco à água fervente.
2. Acrescente meia xícara de arroz.
3. Deixe cozinhar por 40 minutos.
4. Deixe o arroz na geladeira por 12 horas.
O óleo de coco interage com o amido e muda a sua estrutura. Esfriar o arroz ajuda na transformação do amido digerível em amido resistente. Como resultado temos uma porção de arroz saudável mesmo depois de ter sido requentado. Fácil né?
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